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Blog: Anime Shoujo / Sigla: AS
Desde: 30/03/2012
Tema: Puella Magi Madoka Magica
Dona: Thays Ramos
Post: 1906
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25.7.12

Feliz dia do escritor!


Menos de vinte minutos para o dia acabar mas...
Hey guys! Faz um tempo nee? =’①。①’= 
Estão gostando das novidades do blog?
Estão participando delas?

Um feliz dia do escritor para todos aqueles que vão/fizeram/fazem rir e chorar. É um pequeno agradecimento  pelas magnificas historias que eu li. E mesmo que varias das historias (Estou sempre incluindo as fanfics) não seja lá essas coisas, todas tem um valor especial. Muito obrigada, meus/inhas moços/as~ (*w*)b

Certo, parei de apelação para que vocês comentem... Faz mais de um mês que eu não posto nada aqui e agora estou postando uma one-shot. Mas não pense que eu não fiz nada para o blog nesse um mês e pouco. Estou terminando algumas assinaturas e avatares - faz tempo que estou fazendo esses e são poucos e não são legais -, procurando textos feito por mim para postar aqui, me aprofundando nas bandas de J-Rock - apesar de poucas bandas que eu esculto gosto bastante delas - e vocês saberão do resto mais tarde. (u_u)b

Enfim a fanfic. Já vou logo avisando que minha orto- gramática que é estranha.





Título: Incapaz de pensar em um titulo
Personagem: Mio Akiyama.
Advertência: Morte. - Porque a autora é incapaz de fazer uma historia sem e- q -



A garota de longos cabelos pretos correu o mais rápido possível pelas escadas do prédio, repedindo algumas vezes um 'Obrigada Ritsu'. Rists ficou no lugar da Mio, enfrentando o chefe de aparência assustadora. Mas tem algo acontecendo mais importante do que falar do chefe... 

Precisava chegar logo ao seu destino. 
O mais rápido possível. 
Ou iria perder uma coisa importante.
Muito importante.

Ao chegar no estacionalmente da grande empresa, mas que não deixou de ser ao relento, correu atravessando as gostas da chuva diretamente para o carro. Seu coração batia em um ritmo acelerado, enquanto reprendia a si mesmo por der ido ao trabalho em um dia importante. A chuva só piorava, o escuro mais os trovões não assustariam Mio Akiyama aquela noite. 

O destino?
Um lugar bonito aonde estava um grande tapete vermelho,
O mesmo esperava para ser pisado por uma bela noiva.
Mas antes teria que aquentar os calçados da multidão.
Os pires? Os de borracha,
eles escorregam com facilidade pela madeira,
era obrigatório sega-los.
E mesmo os de bom senso,
pisariam no pobre tapete.

O homem de terno preto afrouxava a gravata, tenso não por que iria se casar, mas sim por que sua noiva estava a gritar com uma pobre criança, que entraria antes dela jogando bétulas de rosas. Em algum ponto chegou a pensar em sair correndo, mas agora era tarde, não era? Também pediu para alguém interromper. especialmente certa... Melhor amiga.

A noiva começou a entrar. A suposta criança que estaria na frente não estava, mas podia-se ouvir seu choro ao fundo. O noivo olhava pra ela sem expressão se perguntando como chegou naquele ponto do tempo, o que tinha acontecido nos últimos dois meses. Só foi recuperar a consciência do que estava acontecendo quanto o padre perguntou:

- Senhorita Satõ, aceita esse homem como seu legítimo esposo(...)?
'Não. Não. Não. Não.'
Não iria respeitar.
Abandonaria ele quanto o dinheiro acabace.
Só o traria tristezas.
E o quanto mais rápido ele morrer melhor. 
-Sim!

Sua vez veio rapidamente, uma ultima olhada para plateia, mordeu o lábio inferior. Teria ele um salvador se dissesse sim? E porque ainda pensa na possibilidade de dizer um 'sim'.

- (...) até que a morte os separe?
- Não.

Não deve tempo para um começão das pessoas, um grito de um jovem foi ouvido e todas a atenção foi voltada para ele, o mesmo olhou para o ex-noivo e disse com voz falha: 

- A-a Mio... Ela está no hospital.

Não foi preciso dizer mais nada, o jovem tipico japonês que acabou de escapar de algo que seria a maior burrada de sua vida correu pelas ruas movimentas até o hospital mais próximo. Todo molhado correu para recepção do pequeno prédio gritando o nome da sua amada. Só lhe foi apontado para a sala de emergência. Sabendo que nem implorando para entrar conseguiria só colocou o ouvido contra a parede do comodo, ouvia os passos e o aparelho de monitoração dos batimentos cardíacos. Por pouco tempo. Logo tudo parou, nada era escultado, somente o próprio coração batendo em um ritmo lento.

Ela morreu jovem.
Mas ouviu palavras lindas,
da pessoa que mais amava.



-Poker face-

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Postado Por:



2 comentários:

  1. Está linda!!Pena ela ter morrido T.T
    E pensar que os dois poderiam ser muito felizes hein?
    Bem,a vida dá muitas voltas :)
    Está fantástica^^
    E queria também avisar a Thays que já patrocinei a revista *-*

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  2. Não sabia que era dia do escritor... na verdade acho que nem sabia que existia um dia do escrito 003 Mas gostei de descobrir que tem! :3
    Hahahahahah, pra você também And! E eu gostei muito da fic, está ótima!! 017

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